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Angústia

Definição: Chamamos de angústia a sensação psicológica, caracterizada por “abafamento”, insegurança, falta de humor, ressentimento, dor e ferida na alma. Na moderna psiquiatria é considerada uma doença que pode produzir problemas psicossomáticos.
A angústia é também uma emoção que precede algo (um acontecimento,uma ocasião, circunstância), também pode-se chegar a angústia através de lembranças traumaticas que dilaceraram ou fragmentaram o ego. Angústia quando a integridade psíquica está ameaçada, também costuma-se haver angústia em estados paranóicos onde a percepção é redobrada e em casos de ansiedade persecutória. A angústia exerce função crucial na simbolização de perigos reais (situação, circunstância) e imaginários (consequencias temidas).
Fonte: Wikipédia

É isso aí, ela não me larga!
Abaixo um vídeo em homenagem ao poeta da angustia, o maior que já existiu,
Vinicius de Morais

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Shakespeare e eu

Compartilho com Shakespeare a mesma angústia em relação ao mundo.
Não por apenas gostar de suas teorias acerca do mundo. Sobretudo, foi Shakespeare o meu primeiro contato com o mundo aqui de fora. Se é que isso realmente existe.
Enfim…
Eu nunca fui a garota mais popular da escola, muito antes pelo contrário. Perdi as contas de quantas vezes apanhei, fui ridicularizada, massacrada e várias outras coisas que eu não quero contar. Eu nunca entendi bem o porque. Eles diziam que eu era estranha, mas, talvez, eu fosse apenas mal compreendida.
Com todo esse bulling, eu não gostava de ficar em sala de aula, odiava exercícios, provas e aquele barulho horrendo que o giz fazia ao passar no quadro. Não prestava atenção em nada, não tinha coleguinhas, não brincava com ninguém. E na maioria das vezes eu fingia ser outra pessoa para ter com quem conversar, eu era, literalmente, a minha melhor amiga e meu refúgio era a biblioteca, sendo, nos longos e dolorosos anos que passei na escola, praticamente, a minha segunda casa (com um pouco de exagero, lógico). E, claro, lembro-me perfeitamente da primeira obra que pude folhear, manusear, cheirar. Era um livro de linguagem estranha e uma capa preta com duas pessoas mortas desenhadas (pelo menos é assim que eu me lembro dele),  Romeu e Julieta era seu nome. Jamais me esquecerei da suavidade de suas palavras, da dor do amor proibido que eu sentira junto com aqueles dois, que, na verdade, representavam o meu lado mais obscuro. Depois, cheguei até a implorar para meu pai que comprasse esse livro pra mim. Acho que consegui convencê-lo e ganhei de presente no meu aniversário de nove anos.
Bom, e então eu cresci lendo tudo isso e absorvendo todo o sentimento transposto da obra de Willian. E, um fato inevitável é ver, na obra dele, pedacinhos da minha vida. Escrevi um trechinho em homenagem a ele, bem singelo, mas eu espero que seja de bom tom:

“E você aprende que existem pessoas que optam por isolar-se no seu próprio egocentrismo apenas para se sentirem superiores às demais.
E aprende que não importa o quanto já foi surpreendido com a raça humana, a ingratidão brota como a erva daninha em bons pastos.
E aprende que viver não vale a pena sem o amor e que o amor não vale a pena se abrimos mão da nossa vida.
E aprende que pode perdoar alguém por alguma ofença, mas não pode apagar o que a pessoa fez.
E aprende que ‘se importar’ quer dizer que você se importa com alguém, e isso, independe da situação”.

Crédito da Imagem:  Sinaleiro Amarelo

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Mundo de brinquedo

Meu mundo é de brinquedo
Mudo, paro, penso, esqueço.

O chão se desfez
Como em uma casa de bonecas
Feita de insensatez

Meu mundo é de brinquedo
Jogo bola na calçada
Durmo durante o dia
Saio na madrugada

Me embreago feito puta
Feito amante amo
E como bailarina dotada, danço

Espero adoecer
Para o óbito vivo
Pois sinto que vou morrer

Agora já nem sei
Já morri tantas vezes

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No mais, tudo bem…

Eu não me importo,
Se arrancaram meu coração com uma colher,
Se sugaram meus sonhos mais lindos,
Se apedrejaram minha confiança…

Eu não me importo,
Se abdusiram minha memória
Se despreenderam meu cabelo
Ou se me apunhalaram pelas costas…

No mais é isso..
Tudo bem,
Tá tudo bem agora,
Tá tudo bem meu bem

No mais foda (se)
Isso aqui é isso
Pra isso
Um desabafo
Apenas

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Vem comigo, no caminho eu te explico!!!

Tenho pensado um pouco (talvez até muito), sobre o amor.E, ainda não cheguei a nenhuma conclusão lógica… Mas o estranho é que não tem lógica pensar que o amor tem alguma lógica. Isso porque ele simplesmente é.Então, eu fico pensando as causas, os efeitos, a linha que ele segue. Mas o amor não segue nenhuma linha, o amor não tem nenhum padrão… O amor, bem, o amor tem muito a ver com essa frase “vem comigo, no caminho eu te explico!!!”, é a única conclusão que eu cheguei depois de tanto me gastar e desgastar pensando a respeito dele. O amor é uma aventura na qual você entra de olhos vendados e de mãos atadas a de outra pessoa… O amor não precisa ser explicado ou entendido, ele existe e não precisa de nenhuma razão, e ele não precisa de nenhum roteiro… entendeu???Ahh, vem comigo, no caminho eu te explico!!!